Um pouco mais do nada tido
Ávido, sensível.
Um pouco mais do que não resta
Poupe a outro coração!
Teu sorriso jaz desbotado
Na ausência de tua ternura
Incansavelmente digo não
A minha própria vontade
Ao meu próprio perdão
Que louco por ti, diz-me: porque não?
E percorro imensidões abstratas
Na ausência de uma canção
Que me diga em versos simples
Ame a ti, coração.
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